O Natal já anda por aí. Este ano, vou ser parcimoniosa, no espírito e na generosidade. Em vez dos arcos engalanados da autarquia, eu e outros moradores decidimos florir a nossa rua transmontana, a nosso belo gosto. Eu já comprei umas açucenas de plástico, em segunda mão. Sempre branqueiam os buracos mais escuros. A escalar a parede frontal da minha casa, um pai natal chinês, carregado com um saco de bananas da Madeira, dado que já não há pais natais lusos e assim apoio a vitória do Jardim. Na Noite de Consoada, em vez dos pirilampos gigantes e derivado aos apertos troikistas, ao Alberto J., aos branqueadores, golpistas e outros amigos do alheio, vou acender um rasto de pinhas e uma estrada de velas, para alumiar o caminho dos pastores para o presépio.
Ainda fiz um concurso pela Net, para averiguar as possibilidades de fazer um cordão de candeias de azeite. Nas poucas que encontrei nas redes sociais, já não acende o pavio. Pensei nos candeeiros a petróleo, mas esses estão a um preço proibitivo, por causa da subida do brent.
2 comentários:
Hi hi hi hi!
Se o Jardim lê este blog, envia um carregamento de bananas envenenadas à autora
Como a todos os outros cubanos. Obrigada!
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