Em Abril de 2008, escrevi:
Uma noite destas, numa Sexta Cultural da d'Orfeu e da Câmara Municipal de Águeda, quando Camané, encheu o cine-teatro S. Pedro, com esta voz de acólito de Deus, e não se ouvia na sala nem bebé choraminga nem toque de telemóvel nem pigarro de invejoso nem ressonar de molenga, eu comunguei da prece de Camané. E todo mundo foi à alma, virou-a do avesso e limpou o pó aos amores em cinza e aos risos esquecidos.
Uma noite destas, numa Sexta Cultural da d'Orfeu e da Câmara Municipal de Águeda, quando Camané, encheu o cine-teatro S. Pedro, com esta voz de acólito de Deus, e não se ouvia na sala nem bebé choraminga nem toque de telemóvel nem pigarro de invejoso nem ressonar de molenga, eu comunguei da prece de Camané. E todo mundo foi à alma, virou-a do avesso e limpou o pó aos amores em cinza e aos risos esquecidos.
O fado falado queima como a brasa do ciúme
O amor em dor maior
Um voo de fado sobre o azul
Fado da indignação
2 comentários:
Sem comentarios...
Deixem...cantar o Fado...
Mcpts
Francisco
Obrigada pela visita.
E agora:
"Silêncio que se vai cantar o fado!"
Mcpts
OF
Postar um comentário